Entre cobertas e comédias românticas

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Os clássicos dos anos 2000 confortam a alma, lembrando que o amor e finais felizes são possíveis, mesmo que ainda sejamos adolescentes e sonhemos toda noite em encontrar o príncipe encantado para passar o resto de nossas vidas. Aqui vão alguns clássicos, indicados pela autora que vos fala:

De Repente 30: O desejo de se tornar alguém que está estampado nas capas das revistas é realmente como imaginamos? É isto que o filme De Repente 30 explora. Jenna Rink é alvo de humilhação durante seu aniversário de treze anos, então, de repente, o desejo reprimido de ser uma adulta de sucesso aos trinta vem à tona quando ela admira outras mulheres na capa da revista “Poise”, na qual ela trabalhará mais tarde. Apesar da trama desenrolar para um romance, a trilha sonora também relembra o verdadeiro significado do filme, com “Thriller”, de Michael Jackson, fazendo-nos relembrar quem realmente somos, ou até mesmo “Vienna”, de Billy Joel, fazendo-nos parar de planejar uma vida inteira para aproveitar um dia de cada vez.

Como Perder um Homem em 10 Dias: A trama gira em torno de um embate épico entre dois personagens: Ben Barry, um publicitário bonitão e convencido, que aposta com os seus colegas que consegue fazer uma mulher se apaixonar por ele em dez dias. E o prêmio? A liderança de uma campanha de diamantes. Para a sorte ou azar dele, o destino põe em seu caminho uma jornalista sarcástica, inteligente e feminina: Andie Anderson, que está preparando uma matéria de como perder um homem em dez dias. Pura coincidência, né? Mas é tudo roteiro mesmo. O desenrolar da narrativa traz um relacionamento falso, mas que realmente cria uma conexão entre os personagens, fazendo-nos torcer pelo beijo que já sabemos que vai acontecer. Andie torna-se a namorada dramática, ciumenta e que quer viver um casamento dentro de dez dias; já Ben engole seu orgulho e, com muita paciência, faz tudo para conquistá-la.

Legalmente Loira: Este filme é a verdadeira prova de que ser subestimada te torna mais forte e potente do que imagina. Elle Woods prova para si mesma que consegue uma vaga para estudar Direito em Harvard; ela combina estilo, inteligência e simpatia, trazendo à tona a estética Beauty & Brains. O filme se tornou muito popular, abrindo espaço para que Reese Witherspoon se tornasse uma estrela de Hollywood e criando a frase icônica: “What, like it’s hard?”. A narrativa é frequentemente citada em discussões sobre feminismo popular e representação positiva da mulher ambiciosa e inteligente, sem abrir mão de sua individualidade.